quarta-feira, 26 de maio de 2010

Uma mera ilusão de ilusionista


Uma mera ilusão de ilusionista



Tenho que fazer algo... Mas, o que devo fazer? As coisas que tenho feito parecem que desapareceu como o vapor, e fica uma única dúvida rodopiando ao redor da canção envelhecida.
Quando o raciocínio enferrujar perdendo seu único rumo, o que vai sobrar num corpo todo chagado pelos caminhos malditas? Todo ferido e caindo aos pedaços, quem olharia para uma cruz como essa?
Quem iria acolher que seria capaz de dar a mão para puxar-lo e trazer-lo o novo começo, coração novo?
....... O que realmente importa nesse mundo?........
.......você tem certeza no que ta olhando, no que ta seguindo?....
........... No que ta construindo....?
...o que realmente é precioso para você? O verdadeiro tesouro?....
Algo que realmente tem sentido... Será que você tem?
Aqueles que vivem seu mundo apenas olhando do seu jeito crítico sem olhar como deve, vivem na maior, magias e mistérios sem sentido... Com um ilusionista e um palco enorme e só você que está ali... Apenas você... Como uma marionete só sabe olhar de um jeito que para você, ele e um deus, um soberano!Na realidade, um soberano que controla tudo deixando você uma mera besta cega...
E é controlado facilmente
Quando não sabe o que fazer
Mas, será que ta tudo bem... deixar que nos controle assim para sempre?

quinta-feira, 11 de março de 2010

A ligação Rompida









A palavra não ouvida
A presença não notada
A fala não lida.
A presença de uma criança
Surge e logo e em prensada
E morre o direito de se expressar
A boca aberta já fechada
Somente temporário... Ou talvez para sempre?

Como a luz do vagalume
Fraca e indefesa
Mas brilha a noite
Com aquela luz pequena
Mas a luz sozinha solitária
Fraca e indefesa
Apaga-se devagar diante do imenso treva-da-noite.

Aquele cravo que um dia brotou
Agora já mocha sem vida
Soltou único pensamento
Esperança de chover algum dia
Agora chove sem parar
O céu cinzento
Que um dia só sorria
Sem perceber a existência do cravo.
Agora só chora sem parar
E o céu nunca mais foi azul
Todo tempo cor mocha
Igual o cravo sem vida.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Borboleta da noite


Borboleta da noite



Havia uma borboletinha que tinha acabado de nascer
Seu pensar estava cheios de vontade de conhecer o mundo, voando livremente pelo céu azul
E descansar pelas folhas de laranja bem enorme, e bem aconchegante
E de noite ela iria sonhar com próxima aventura, e fazê-lo com que todo mundo perceber-se
O quanto e importante viver com sonhos incontáveis, e mostrar que vale a pena morrer satisfeito como viveu, vivendo dentro de seus sonhos sem limites...
Mas antes disso veio um pássaro ignorante, e com seu bico machucou a borboletinha
Mas foi logo embora, deixando a borboletinha machucada, mas ela não deixou de sonhar
Quando suas asas estavam quase endurecidas, veio um humano egoísta e prendeu-a no recipiente escuro cheios de tristezas
Ela lutava para sair, para vivenciar o seu sonho que tanto esperava
Para conhecer o mundo, voando livremente pelo céu azul, E descansar pelas folhas de laranja bem enorme, e bem aconchegante...
Certo descuido, humano arrogante deixou aberto à recipiente, então ela saiu apressado, para realizar seu sonho lindo, de voar o mais alto possível, de viver assim até o fim
Mas veio outro humano cheio de inveja, simplesmente pisoteou...
A borboleta amarelada manchada de sangue, mesmo assim tentava a voar
Bem perto da janela, cheios de alegrias de finalmente iria realizar sua felicidade, muito ante de conhecer o céu azul, alguém cheios de ódios, veio e pisou nela, e esmagou sua alma, sua esperança, sua força de voar...

.............
Ela nunca conheceu o céu azul
Mas algum anjo veio, e colocou nela uma magia, mas era magia fraca e sem esperança...
Inverteu o desejo e ela só conseguia voar de noite... Apenas Silêncio da noite e brilho de lua com estrelas que consolavam a borboletinha... ainda toda machucada... Mas no céu todo preto, ela voava livremente
Era a borboleta da noite que foi proibido voar de dia

Mas não parava de sonhar

O relógio bate-bate avisando meia-noite

À magia acabava

E a borboletinha toda fraca, indefesa

Caia sempre no chão frio e sombrio

Petrificava de tristeza e a raiva inconscientemente tomando sua lágrima

E adormecia de dor e tristeza, de baixo de laranja apodrecida

Até o dia passar e a magia novamente começarem

A borboletinha adormecida de dia, não conhecia o barulho do dia

E ficava dormindo

De baixo do pé de laranja já murcha sem vida

De baixo da laranja apodrecida ela estava

Tentando sonhar durante a noite

Tentando expressar seu verdadeiro sonho, seu sentimento

Pois o medo dela era essa magia acabar

E ela sumir sem deixar o sentido de vida na terra

Não sobrar no coração de ninguém, e ninguém perceber a existência

De que ela sempre estava ali...

Por isso ela sonhava, voava à noite enquanto a magia durava

Mas pouco tempo a magia desapareceu, e ela ficou no chão para sempre

Ouviu último barulho de relógio

A borboletinha toda machucada em sanguentada

Que era proibido voar de dia

Que tinha medo de ninguém não perceber a existência dela

Mas na verdade todo mundo gostava, via e comentava


Aquela borboletinha que até o fim não parava de voar e sonhar