Mostrando postagens com marcador poesias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesias. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 30 de março de 2017
Saltando-se
Eu te encontrei na tempestade de neve da árvore de cereja
você estava sorrindo
No sol do verão O vento era confortável
Você tinha um rosto conturbado
O vento tinha levado chapéu
mesmo assim, você sorria
Saltando outorno e verão, Estava procura de você
Até saltando do tempo queria ver seu sorriso
pois o que perdir era tão simples
mas era importante de mais...
Firmamento da aquela época era tão azul
So de olhar para qualquer lugar
em qualquer lugar
Sentia-me que poderia voar...
quarta-feira, 29 de março de 2017
Dentro do mar das estrelas
Dentro do mar das estrelas
Preso a palavra soltada pelo ar
Sem conseguir mover, se afunda no mar
Tão profunda o oceano das estrelas
E tão solitário e Congelante
Sufocante...
Vai afundando dentro do mar de estrelas
Sensação tornando-se maçante
E se não conseguir mais sentir mão e pé
Feche os olhos devagar
Sensação calorosa, está a empurrar a costa
Abra os olhos dentro do profundo sonho
Ali estava as estrelas, que brilhava fraca e as vezes sumia
Estava a empurrar a minha costa
Herdei os sonhos de Suas efêmera
Decidi a espalhar essa maravilha
Portanto, dentro do sonho do mar da estrela cadente
Aceitei os sentimentos deles
E vou nadando
Não sei onde e frente nem atrás
Mas ouço as vozes encorajando
Por isso irei para frente
Tem também fluxo reverso
As vezes solitário
Mas ocasionalmente a voz encoraja
Por isso ainda
Consigo seguir em frente...
Marcadores:
mensagem,
pensamento,
poema,
poesias
sábado, 10 de março de 2012
Memória de neve
História surpreendente
Um dia de inverno
Boneco de neve feito na mão
começou a se mover
Ele era pequeno e sosinho
Brincava correndo em volta
As crianças se ajuntou
E brincavam juntos
Essa tal história
Um dia diante dos olhos
Apareceu um coelho branco
:-finalmente te encontrei
:-Quem e você?
Vamos pra casa, não temos tempo
O coelho falava assim, mas
Boneco de neve se recusou
:-Ainda quero brincar com eles
O tempo foi passando
Ao redor ficou quente
O coelho branco
Pediu
:-Quando chegar a hora, vamos em bora
Então disapareceu
E no resto apenas
laço vermelho esquecido
Tal esse tempo
O boneco de neve
Se derreteu e sumiu
No resto apenas luz e uma poça
E um laço vermelho
White Rabbit apareceu tremendo
:-Agora vamos
Estendeu a mão
A luz suavemente apertou a mão
Boneco de neve não existe mais
Mas a luz que havia dentro
Junto com coelho se foi para casa
:-Ficamos junto novamente
O que ficou foi
E uma criança
:-Tome cuidado
Dizendo assim
A criança foi para casa
Na sua mão, aquele laço vermelho
Essa história de um dia de neve
Um dia de inverno
Boneco de neve feito na mão
começou a se mover
Ele era pequeno e sosinho
Brincava correndo em volta
As crianças se ajuntou
E brincavam juntos
Essa tal história
Um dia diante dos olhos
Apareceu um coelho branco
:-finalmente te encontrei
:-Quem e você?
Vamos pra casa, não temos tempo
O coelho falava assim, mas
Boneco de neve se recusou
:-Ainda quero brincar com eles
O tempo foi passando
Ao redor ficou quente
O coelho branco
Pediu
:-Quando chegar a hora, vamos em bora
Então disapareceu
E no resto apenas
laço vermelho esquecido
Tal esse tempo
O boneco de neve
Se derreteu e sumiu
No resto apenas luz e uma poça
E um laço vermelho
White Rabbit apareceu tremendo
:-Agora vamos
Estendeu a mão
A luz suavemente apertou a mão
Boneco de neve não existe mais
Mas a luz que havia dentro
Junto com coelho se foi para casa
:-Ficamos junto novamente
O que ficou foi
Laço vermelho
A recordaçãoE uma criança
:-Tome cuidado
Dizendo assim
A criança foi para casa
Na sua mão, aquele laço vermelho
Essa história de um dia de neve
domingo, 1 de maio de 2011
GOTA DE FLOR
ERA DE QUEM AQUELA MÃO
DA CRIANÇA PEQUENA?
O VENTO PASSA SOB OS DIAS ENTARDECIDOS.
HAVIA ALGO, QUE ME SUSTENTAVA...
O TEMPO PASSA VOCÊ TAMBÉM CORRE.
PARA TER DE VOLTA, ALGO QUE PERDEU.
COMO SE COSTURÁ-SE A LEMBRANÇA NO PRESENTE,
DEU SUA ORAÇÃO A DEUS E LUTOU.
ERA DE QUEM AQUELA MÃO
DA CRIANÇA PEQUENA? SORRINDO,
FELIZMENTE AQUELA FLOR.
LUZ CALOROZA, ESCORRE A GOTA...
A FORÇA JÁ ESGOTADA, APAVORADA.
A ONDA DE TERROR ARREMETIDA SOB A FLOR.
A GOTA DE FLOR QUE SE AFOGOU NA TRISTEZA.
SE AFUNDOU NO MAR, CHAMADA DESPEDIDA.
AQUELA MÃO DA CRINÇA PEQUENA.
ERAM LEMBRANÇAS QUE ABANDONEI.
SÓ CONSIGO VER BEM LONGE A GOTA DE FLOR.
TUDO ESTÁ BORRANDO E DESAPARECENDO...
A FLOR TÃO BELA QUE ME MANTIA EM PÉ.
ERA SUA BONDADE QUENÃO O VIA.
OS DIAS QUE NUNCA IRÃO VOLTAR.
COPO VAZIO, CORAÇÃO SE ESFRIANDO.
AQUELA MÃO DA CRIANÇA PEQUENA.
CORAÇÃO JOGADO JÁ RECUPERADO, MAS...
JÁ TARDE DE MAIS SEM DIZER ADEUS.
[AMO MUITO] DIZENDO ISSO FECHOU OS OLHOS.
OBRIGADA A VOCÊ TUDO LHE DOU.
SENTIMENTOS DO CORAÇÃO VÃO ATÉ O ALÉM.
LEMBRANÇAS BRILHAM, RISOS ECOANDO.
JUNTO COM O SORRISO DORME A GOTA DE FLOR.
SILENCIOSAMENTE DORME... A GOTA DE FLOR...
Letra: Autora desse blog
Compositora: Haru
Baseada numa historinha do dia das mães
RESUMO DA HISTORINHA: era uma família rica que não zelava por mãe, não respeitava, não ouvia... um dia, ocorre assalto e a mãe para proteger os filhos se joga na frente do bandido, e ela, ferida vai para o hospital, e os filhos começa a pensar, lenbrar o que ela fazia para eles,lenbrou a infância ... mas, infelizmente ela não resistiu o ferimento, e dizendo uma palavra, dorme para sempre:- [te amo todos vocês] ...
terça-feira, 5 de abril de 2011
Flor, areia e mar
Uma flor nasceu na praia
Flor pequena que floresceu perto do mar
Pode pensar que isso é muito bonito
Sem saber verdadeiro significado daquela cor vermelha
Sem confiança em si, embarcou no barco
Ao chegar, deixou a praia tomar conta do sonho
A praia era tão bela, que seu coração foi roubado
Você fez a raiz acreditando que tudo iria brilhar
Uma flor nasceu na praia
Flor pequena que floresceu perto do mar
Pode pensar que isso é muito bonito
Sem saber verdadeiro significado daquela cor vermelha
A flor que sonhou em ficar só
Quando é realizada começou se agonizar
Para ninguém ficar perto, a fez espinha
Machucando a alma a cor foi tingindo ela
Ficou sozinho em pé, e um dia desses
A praia fez desmoronar o sonho
A onda violenta envolve a flor, então eu disse
“continuando a sugar água salgada, você irá murchar”
Não sabendo onde errou continua a lutar
Pensou que era bonita aquela areia era frágil
Pensou que era forte aquela onda, mas era terrível
Já basta não? Se não mover daí você vai terminar
Isso não vai acontecer, E você foi atais da ilusão
Sorrindo deixou as lágrimas escorrer
Já sabia não? Assim que desistiu tudo, você
Sugou de mais a água do mar e por fim murchou
Uma flor murchou na praia
Foi engolido no deserto da alma
Isso parecia muito bonito, mas
A cor vermelha tingida era lágrima da alma
Queria repartir com você essa água, mas
Você disse “isso não precisa”
Todo ensangüentado continuou a andar na praia achada
Mesmo assim vou repartir essa água viva
Assim algum dia vai renascer e florescer, junto com seu verdadeiro sorriso
quarta-feira, 30 de março de 2011
Firmamento brilhante
Vire a estrela sob aquele céu brilhante
Escorrendo, escorrendo vai longe
Não existe mais o chão que firmava
Esperança e o sonho também vão sumir junto?
Essa mão mesmo querendo não tem como salvar?
Vire a estrela sob aquele céu brilhante
Firme a cabeça para frente, agarre aquela luz
Está vendo? Aquela mão está te chamando
A voz do herói vai salvar todos
Escorrendo, escorrendo vai afogando
A onda empurra e vai afundando
Nem frente e nem atrás, não tem como saber
Assim até a minha existência vai desaparecer?
Vire a estrela sob aquele céu brilhante
Firme a cabeça para frente, agarre aquela luz
Está ouvindo? Aquela voz está te olhando
Asa do amor vai envolver todos
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Pilar
Dizem que a dor do todo dia faz você forte
Mas então o que é esse buraco no peito?
Se tiver algo que falta, tem como preencher
Isso é a “luz” com nome de paz
Povo ouça! Esse som do mundo
Pequeno mas tão sublime voz da vida
Milagre que essa terra nutriu
Você percebe isso?
Dizem que lágrimas que fazem o futuro
Mas então o que é essa “ALIENAÇÃO”?
Tampando olho não poderá vê seus pés
Até mesmo a luz que brilha dentro da treva
Povo sente isso! Esse ritmo do mundo
Mesmo sendo pequena, a música do amor vive!!
O caminho que vai continuando até o céu
Você enxerga isso?
Povo olhe! Esse mundo que está desmoronando
Não deixa escapar, essa luz que pegou com a mão
O que é que restará depois de destruir tudo?
Vamos começar o novo FUTURO!!!
Jesus e o nosso pilar...
Seja de Deus...
domingo, 9 de janeiro de 2011
Gota por gota
A chuva quando cai
Gota por gota liga a terra e o céu
Mas não liga a pessoa com pessoa
E nem pessoa com DEUS.
O “céu” sonho final de todos
Mas acaba cego por mundo
E no meio do caminho se perde...
Muitos se encontram, outros não.
Ah! Se a chuva quando cai
Gota por gota liga a terra e o céu,
Gostaria que ligasse pessoa com pessoa
E principalmente com DEUS.
Com a linha do amor de Deus
Poderia tecer o mundo
E tudo ia transformar.
Mas as pessoas às vezes,
Com seus atos ingratos,
Deixa soltar essa linha e se perde.
A linha tão grossa, mas acaba ficando fina
Ah! Se a chuva quando cai
Gota por gota liga a terra e o céu,
Gostaria que ligasse coração com coração
E principalmente com Deus.
E quem sabe assim mudaria o mundo
Com o “verdadeiro” semente de “amor”
E a chuva de DEUS iria germinar
Gota por gota na alma deserta
NOSTALGIA
No fundo do coração machucado
Há um sentimento congelado
Remendo novamente quando ele desmancha
“Nostalgia” daquele dia da lembrança
Sem nenhum motivo sorríamos
Estávamos lambuzados de lama
Segurávamos as m aos e corríamos
Quando fomos brincar nos lugares
Eram divertidos aqueles dias
As flores de “sorrisos” estavam desabrochadas
Mesmo tropeçando e caindo
Tinha a mão que me levantava
MAS...
O tempo foi passando
Começou a duvidar
Suas mãos a se afrouxar
Sua sombra distanciando
As palavras não saiam
Os pés imobilizados
Mesmo espichando a mão
Já não alcançarão
Não consigo acreditar
Atormento-me com isso
– Não vá – a palavra assim
Já é tarde de mais
Ah... Entre eu e você
Ah... Se criou a rachadura no chão
Ah... O tempo as vezes é tão cruel...
Ah... Eu só podia chorar
Fragmento do sentimento que segurei
A mão já está toda ensangüentada
Lembranças que se espalhou
Já começou a se borrar, vai esquecendo
Mesmo brigando sem motivo
Mesmo batemos com toda a força
Logo gargalhamos, fazíamos pazes
Novamente corremos juntos
Você que sustentava essa minha mão
Era tão, tão forte!
Eu também queria te sustentar
Assim desejava fortemente
MAS...
O tempo foi passando
Insegurança foi tomando
A sua mão se distanciando
A sua sombra já longe
As palavras ficaram rocas
Sorrisos já murcharam
Com as lagrimas já
Não conseguirão emendar
Ah... A dor desse tempo
Ah... Não consigo esquecer
Ah... Eu vou sozinho atrás do meu sonho
Mesmo o caminho sem estrada
Só posso seguir em frente...
“NOSTALGIA” o tempo nunca volta...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
MY PRESENT
Só posso dizer desse modo, perdoe-me ok?
Mas esse sentimento está pra explodir, é tristeza
Sozinho andando dentro do bosque estou insegura
Obscuro de mais, esse caminho de vida
Não penso que vai me entender,
Sozinho no quarto no canto estava sentado OH DARKNESS
Dentro da cabeça estava bagunçado, estava saboreando inferno do “SÓ”
Estava engolindo sentimento amargo, só insegurança devastava
Não consegui dizer coisas claras e bonitas, SORRY, por quer nada está divertido
Primeira vez que saiu do quarto tem que me acostumar, não é?
De se misturar, se socializar, falar... Não sou bom, mas tenho que fazer, estou certo?
Não gosto de não conseguir fazer nada, mas não consigo dar a atitude, nem dar a mão...
Não consigo fazer nada, HATE ME? Desculpa...
Se abrir a boca, palavras ferem, por quer estou vivenciando WORLD
Mesmo desajeitado vou viver, vou andar, não estou sozinho
CHRIST para sempre, MARY está sempre, não enxergava, FORGIVENESS
Lágrimas, vozes, tristeza, raiva, futuro e presente, vou confiando e rezando
Só posso fazer isso, pelo menos entenda ok?
Mesmo que meus passos seja desajeitado assim vou indo
Já decidi, vou andando assim mesmo na treva
Segurando a lâmpada iluminando apenas meus pés
Pelo caminho escuro vou andando, no meu ritmo, devagarzinho
Se vier a tristeza, não se preocupe, isso passa, e logo virá a alegria
Já me decidi, vou acreditar, nessa luz que agora carrego comigo
Por isso, agora posso viver, posso caminhar
Por essa razão, não vou mais parar o meu próprio tempo
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Estrela e vagalume

Era uma estrela e vaga lume, muito amigos
Os dois sempre estavam ligados pelo laço(sangue), mas nunca pela linha(coração)
Mas havia uma coisa que sempre o vaga lume escondia da estrela
A estrela não fazia ideia que o vaga lume sentia, nem imaginava
Só o céu ouvia seu grito de agonias e tristezas ocultas sobre a face alegre
Muitas vezes a estrela com a sua palavra e atitude o fazia chorar
Mas sempre o vaga lume escondia lágrimas atrais dos sorrisos
E os dois se entendiam muito bem
Mas um dia a estrela abriu uma caixa de música, bem pequena
Ali tinha canção que refletida coração triste do vaga lume
Toda aflição e um coração estraçalhado
Mas a estrela não percebeu
Pensou que era simples canção e palavras emendadas
Vaga lume e estrela
Os dois eram muito diferentes
Um brilhava com a luz imensa no céu e todo mundo apreciava
Outro era muito fraco e quase não dava para perceber
Embora se brilhe na terra
Não se sentia bem exposto para todo mundo
Mas se entendia muito... Bem...
-oh! Estrela que brilha aí no céu, me diga você realmente... Acredita na primavera?
Mas nunca chegou ao ouvido da estrela que morava lá no céu
Embora a voz da estrela sempre chegasse ao vaga lume
- Está me ouvindo?Estrela!!Preciso de alguém para conversar...
O brilho enfraquecido do vaga lume foi sumindo pouco a pouco
Único jeito para comunicar com a estrela, dizer onde estava
Agora se some entre a treva
E a caixa de música começou a tocar
Não parou mais, nunca mais
Mas também a estrela nunca mais o viu
Aquele vaga lume que brilhava sempre
A caixa cantava a música do coração do vaga lume
Mas a estrela nunca prestou atenção
-vaga lume!!! Onde está você???
-me responda!! Preciso falar uma coisa a você!! Vaga lumeee!!
Somente a sua voz ecoava na terra e nada mais
Foi aí que a estrela percebeu da caixinha de música
Que ela cantava a música do coração chagado do vaga lume
Ela riu
-e eu pensava que era você que me ignorava
Ela só podia rir as lágrimas nunca saiu
Mas nos risos havia outro sentido
Era tristeza e arrependimentos
-não tenho direitos para chorar meu amigo, não tenho
E olhando para o corpo frio do vaga lume disse ADEUS
E ela caiu do céu
O seu brilho acabou
E nunca mais o vira essa estrela
Nunca mais
Apenas a caixa de música que tocava canção de vaga lume
Agora cantava também outro sentimento
Era da estrela
A Caixa deu um ruído e se quebrou
Ninguém mais se lembrava dos dois amigos
Que se... Davam muito... Bem...
Mas que um escondia sentimentos tristes do outro
E o outro escondia a gratidão e arrependimentos
Obrigado, desculpa... Eram simples duas palavras
Que foi escondido, e se perdeu no espaço
Agora resta pó e ar
e o vento de esquecimento
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Maneira de se expressar

Maneira de se expressar
Se calar-se para dormir um sono agonizante...
Vou ouvi-la aquela música a qual gostaria de esquecer
Lembrar-me dela me faz sofrer...
E de pouco a pouco me enveneno com lembranças atordoantes cheios de falsas promessas, realidade distorcida
Me enveneno de pouco a pouco
E o veneno se espalha por dentro...
Dominando-se a mente e até a alma
E me destrói pouco a pouco
Tornando minha voz uma pedra muda
Sou uma estátua...
Cheio de rachaduras preste a desabar
Esse som me mata
Mas me encoraja
Para nunca mais cair e morrer
Mas sim cair e levantar
Prosseguir em frente e nunca mais morrer
Porque se estiver parado não fazendo nada
Porque se estiver triste, agonizante sozinha no quarto
E o mesmo que está dormindo numa lápide
Por isso estou aqui descrevendo o “meu reflexo”
Pois essa e minha única maneira que consigo
GRITAR PARA O MUNDO O QUE EU SINTO
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Borboleta da noite

Borboleta da noite
Havia uma borboletinha que tinha acabado de nascer
Seu pensar estava cheios de vontade de conhecer o mundo, voando livremente pelo céu azul
E descansar pelas folhas de laranja bem enorme, e bem aconchegante
E de noite ela iria sonhar com próxima aventura, e fazê-lo com que todo mundo perceber-se
O quanto e importante viver com sonhos incontáveis, e mostrar que vale a pena morrer satisfeito como viveu, vivendo dentro de seus sonhos sem limites...
Mas antes disso veio um pássaro ignorante, e com seu bico machucou a borboletinha
Mas foi logo embora, deixando a borboletinha machucada, mas ela não deixou de sonhar
Quando suas asas estavam quase endurecidas, veio um humano egoísta e prendeu-a no recipiente escuro cheios de tristezas
Ela lutava para sair, para vivenciar o seu sonho que tanto esperava
Para conhecer o mundo, voando livremente pelo céu azul, E descansar pelas folhas de laranja bem enorme, e bem aconchegante...
Certo descuido, humano arrogante deixou aberto à recipiente, então ela saiu apressado, para realizar seu sonho lindo, de voar o mais alto possível, de viver assim até o fim
Mas veio outro humano cheio de inveja, simplesmente pisoteou...
A borboleta amarelada manchada de sangue, mesmo assim tentava a voar
Bem perto da janela, cheios de alegrias de finalmente iria realizar sua felicidade, muito ante de conhecer o céu azul, alguém cheios de ódios, veio e pisou nela, e esmagou sua alma, sua esperança, sua força de voar...
Havia uma borboletinha que tinha acabado de nascer
Seu pensar estava cheios de vontade de conhecer o mundo, voando livremente pelo céu azul
E descansar pelas folhas de laranja bem enorme, e bem aconchegante
E de noite ela iria sonhar com próxima aventura, e fazê-lo com que todo mundo perceber-se
O quanto e importante viver com sonhos incontáveis, e mostrar que vale a pena morrer satisfeito como viveu, vivendo dentro de seus sonhos sem limites...
Mas antes disso veio um pássaro ignorante, e com seu bico machucou a borboletinha
Mas foi logo embora, deixando a borboletinha machucada, mas ela não deixou de sonhar
Quando suas asas estavam quase endurecidas, veio um humano egoísta e prendeu-a no recipiente escuro cheios de tristezas
Ela lutava para sair, para vivenciar o seu sonho que tanto esperava
Para conhecer o mundo, voando livremente pelo céu azul, E descansar pelas folhas de laranja bem enorme, e bem aconchegante...
Certo descuido, humano arrogante deixou aberto à recipiente, então ela saiu apressado, para realizar seu sonho lindo, de voar o mais alto possível, de viver assim até o fim
Mas veio outro humano cheio de inveja, simplesmente pisoteou...
A borboleta amarelada manchada de sangue, mesmo assim tentava a voar
Bem perto da janela, cheios de alegrias de finalmente iria realizar sua felicidade, muito ante de conhecer o céu azul, alguém cheios de ódios, veio e pisou nela, e esmagou sua alma, sua esperança, sua força de voar...
.............
Ela nunca conheceu o céu azul
Mas algum anjo veio, e colocou nela uma magia, mas era magia fraca e sem esperança...
Inverteu o desejo e ela só conseguia voar de noite... Apenas Silêncio da noite e brilho de lua com estrelas que consolavam a borboletinha... ainda toda machucada... Mas no céu todo preto, ela voava livremente
Era a borboleta da noite que foi proibido voar de dia
Mas não parava de sonhar
O relógio bate-bate avisando meia-noite
À magia acabava
E a borboletinha toda fraca, indefesa
Caia sempre no chão frio e sombrio
Petrificava de tristeza e a raiva inconscientemente tomando sua lágrima
E adormecia de dor e tristeza, de baixo de laranja apodrecida
Até o dia passar e a magia novamente começarem
A borboletinha adormecida de dia, não conhecia o barulho do dia
E ficava dormindo
De baixo do pé de laranja já murcha sem vida
De baixo da laranja apodrecida ela estava
Tentando sonhar durante a noite
Tentando expressar seu verdadeiro sonho, seu sentimento
Pois o medo dela era essa magia acabar
E ela sumir sem deixar o sentido de vida na terra
Não sobrar no coração de ninguém, e ninguém perceber a existência
De que ela sempre estava ali...
Por isso ela sonhava, voava à noite enquanto a magia durava
Mas pouco tempo a magia desapareceu, e ela ficou no chão para sempre
Ouviu último barulho de relógio
A borboletinha toda machucada em sanguentada
Que era proibido voar de dia
Que tinha medo de ninguém não perceber a existência dela
Mas na verdade todo mundo gostava, via e comentava
Mas algum anjo veio, e colocou nela uma magia, mas era magia fraca e sem esperança...
Inverteu o desejo e ela só conseguia voar de noite... Apenas Silêncio da noite e brilho de lua com estrelas que consolavam a borboletinha... ainda toda machucada... Mas no céu todo preto, ela voava livremente
Era a borboleta da noite que foi proibido voar de dia
Mas não parava de sonhar
O relógio bate-bate avisando meia-noite
À magia acabava
E a borboletinha toda fraca, indefesa
Caia sempre no chão frio e sombrio
Petrificava de tristeza e a raiva inconscientemente tomando sua lágrima
E adormecia de dor e tristeza, de baixo de laranja apodrecida
Até o dia passar e a magia novamente começarem
A borboletinha adormecida de dia, não conhecia o barulho do dia
E ficava dormindo
De baixo do pé de laranja já murcha sem vida
De baixo da laranja apodrecida ela estava
Tentando sonhar durante a noite
Tentando expressar seu verdadeiro sonho, seu sentimento
Pois o medo dela era essa magia acabar
E ela sumir sem deixar o sentido de vida na terra
Não sobrar no coração de ninguém, e ninguém perceber a existência
De que ela sempre estava ali...
Por isso ela sonhava, voava à noite enquanto a magia durava
Mas pouco tempo a magia desapareceu, e ela ficou no chão para sempre
Ouviu último barulho de relógio
A borboletinha toda machucada em sanguentada
Que era proibido voar de dia
Que tinha medo de ninguém não perceber a existência dela
Mas na verdade todo mundo gostava, via e comentava
Aquela borboletinha que até o fim não parava de voar e sonhar
Marcadores:
imaginação,
pensamentos,
poemas,
poesias
Assinar:
Postagens (Atom)





































